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Vestir a História - Chinelos com História

A FORMA O sapato bicudo acompanhou o decorrer dos séculos. Encontramos exemplares nas tribos lusitanas, onde uma base d emadeira bicuda servia para proteger ou guerrear, na época medieval a extremidade bicuda é levada ao exagero, no renascimento e no barroco é equilibrado com a altura do salto e dos adereços, e nos últimos seculos tem acompanhado mais ou menos de perto as mudanças da moda. O CONCEITO Pretende-se basear o conceito de cada chinelo, no património material e imaterial de cada uma das Aldeias Históricas de Portugal. O conceito utilizado para cada um dos doze chinelos passa ou por lendas, adornos de fachadas, tradições, instrumentos musicais, fardas militares, texturas da paisagem, acontecimentos importantes da história de cada aldeia, bem como figuras ilustres que na sua época marcaram a nossa história. O importante em cada uma das escolhas é a sua extrema representatividade para cada uma das Aldeias Históricas. A MATÉRIA PRIMA Na conceção procurou-se utilizar uma técnica ancestral da região da Serra da Estrela, ou seja, a utilização de trapos na estruturação da palmilha do chinelo. Na parte superior visível optou-se por matérias-primas locais como seja o cobertor de papa, o burel, o linho, os tecidos de algodão e a pele de cabra.

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